Aqui fica o link para o nosso Statement Final

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Baseado na pergunta central do meu projecto: “Como construir uma plataforma digital que permita uma colaboração aberta?“, na primeira fase (primeiro teste) propus-me a experimentar diferentes metodologias de colaboração. Para tal, usaria plataformas digitais abertas e aplicaria adaptações de várias metodologias: IDEO, Gamestorming, etc.

Rapidamente se tornaram claros vários aspectos que tornavam esta minha abordagem pouco produtiva: se por um lado, o desafio que lancei poderia não ser suficientemente claro e concreto para contar com a participação da minha comunidade, por outro lado o grau de exigência que a mesma participação colocava sobre os elementos da comunidade era bastante elevado e o retorno que cada membro da comunidade poderia retirar da sua participação era, praticamente, nulo.

Assim sendo, passei para uma segunda fase (segundo teste) onde testava novas variáveis: se a exigência da participação fosse muito menor, a plataforma escolhida para esta segunda fase fosse muito mais simples, se fosse bastante claro o que estava a ser pedido à cada membro da comunidade e se existisse algum grau de motivação à participação; se tudo isto fosse verdade e conseguido, se a participação seria mais elevada.

De facto, neste segundo teste – que era um simples questionário sobre colaboração em plataformas digitais –, a participação da comunidade foi avassaldoramente maior: 86,5% de participação activa.

Paralelamente, este segundo teste avançava também aspectos da importância que a motivação pessoal de cada membro de uma comunidade tem para um bom resultado a um pedido de colaboração. Normalmente, a motivação para colaborar é encontrada quando existe um objectivo comum entre os membros de uma comunidade – entre aquele que pede e aquele que dá. Sem esse objectivo comum, tentei testar de uma forma humorada a motivação ‘hiperbólica’: usando uma série de imagens criadas para o efeito, entre cada pergunta do questionário levantavam-se pontos de vista que ‘punham a descoberto’ que, na maioria das vezes, ajudar custa muito pouco (neste caso o preço de ajudar mais não era do que o tempo para acabar de responder ao questionário).

A última pergunta do questionário era para avaliar a utilização dessas imagens como forma de ajuda a cada um para terminar de responder ao questionário e a grande maioria (88%) avaliou de forma positiva essa ajuda, com 66% a avaliar como muito úteis as imagens. Claro está que o humor usado nas imagens, bem como uma comunidade pequena e minha conhecida, ajudam a esta avaliação, sendo notória a resposta com humor ao humor adjacente à pergunta.

Num tom mais sério e mais útil, perguntei se a comunidade achava que uma campanha de uma causa, lançada online, potencia uma maior participação activa. A larga maioria das respostas foi um SIM (83%). No que toca à importância de certas condições para uma maior participação em causas, a maioria avaliou como mais importante o interesse na causa (83%), seguido da motivação (72%), depois o tempo disponível de cada um (45%) e só depois o sentido cívico (39%). A maioria dos membros da comunidade estão ligados a menos de 10 páginas de causas no Facebook (89%) e assinaram entre 5 a 10 petições online (50%). A maioria (61%) considera que nunca defendeu uma causa através de ações concretas online  – o que não deixa de ser curioso quando comparado com a resposta à primeira pergunta.

Ainda mais curiosa é a questão de que a maioria (50%) das pessoas levantam como justificação da sua não participação em mais causas online a ‘falta de consequência que advém da minha participação‘. Ou seja, embora a maioria dos inquiridos ache que as plataformas digitais apresentam uma mais valia no lançamento e engajamento de causas, a maioria (embora em menor número) diz que não participa mais porque acha que não vale a pena participar. Em comparação com outras respostas poderemos entender que mesmo que alguém tenha interesse e motivação em relação a uma causa, quando considera o custo/beneficio da sua participação (na maioria dos casos o fator TEMPO), leva em linha de conta que a sua participação não tem consequência e, como tal, acaba por não participar. Esta tese está em linha com a resposta anterior, na qual, o sentido cívico era o menor dos fatores que a comunidade achava importante para existir uma participação activa em relação a uma causa.

De qualquer modo, quando confrontados com o pedido de avaliação sobre o potencial das plataformas digitais para permitirem a colaboração entre indivíduos, a larga maioria (78%) volta a achar que o potencial é bastante elevado.

Finalmente, quando interrogados – de forma aberta – sobre a melhor forma para conseguir que alguém colabore com tempo e ações concretas numa causa, em plataformas digitais, a maioria das respostas frisam sobre alguns aspectos repetidamente:

  • A necessidade de facilidade de percepção em relação ao custo/benifício de cada participação;
  • A clareza da mensagem da causa e do que é pedido a cada potencial colaborador;
  • A existência de um sistema de feedback e de reforço positivo da sua colaboração (diálogo entre aquele que pede e aquele que dá);
  • A confiança em quem lança a causa;

Após uma avaliação das respostas que obtive com esta minha segunda fase do projecto (embora consciente que o universo é pequeno demais para ser usado como demonstrativo de tendências), reforcei a minha investigação na razão pela qual os seres humanos colaboram uns com os outros, naturalmente e quais as razões porque esta colaboração pode não acontecer. Chego assim à terceira fase do meu projecto: a criação da especificação de uma plataforma digital que leva em conta, nas suas regras de funcionamento, não só as conclusões retiradas nas anteriores fases do meu projecto, mas também a investigação feita para a terceira fase.

Uma plataforma digital que permita colaboração aberta, mas também que a motive, em relação a causas sociais, passa por levar em linha de conta todas as conclusões que anteriormente retirei (como por exemplo, a criação de uma explicação simples e direta como apresentação de uma causa) e também resultados práticos da minha recente investigação (como por exemplo, para existir colaboração dentro de uma comunidade são necessários mecanismos que impeçam que alguns membros abusem da boa vontade da comunidade).

Nos próximos dias, irei publicar uma série de wireframes e de regras de funcionamento desta proposta de plataforma. Após essa publicação, irei desafiar dois ou três grupos entre os colegas de mestrado para que testem a minha plataforma. Para tal, cada grupo irá preencher (analógicamente), seguindo os requisitos da plataforma, os dados necessários para o lançamento público e aberto das suas causas. Numa aula posterior, toda a turma usará a plataforma (usando um protótipo analógico para tal), avaliando a sua utilização para a colaboração em relação às causas lançadas pelos colegas.

Quando do aparecimento da Internet através da ARPANET (projecto militar norte-americano) ninguém podia pensar que esta estrutura de rede poderia vir a ser uma forma de unificação e democratização de informação à escala mundial. Que iria provocar crises politicas, destituir governos ou até servir de base de divulgação de documentos secretos ao estilo ‘007’, quando afinal a rede tinha tido uma génese militar.

Este fenómeno da rede, que agora está sempre presente, tal e qual base de dados universal acessível de qualquer dispositivo móvel, é tão desconcertante quanto inquestionável. Assumimos que ela estará disponível para sempre e que ela será sempre igual a si própria, mas devemos questionar-nos sobre isto, a internet como a conhecemos tem pouco mais de um década, é jovem e ainda está nos primórdios da sua maturidade.

Mas o que nos parece ainda mais interessante discutir é que com a rede dá-se o acordar de algo que estava adormecido desde os anos 80, a inteligência artificial (AI). Mas porquê?

PRIMEIRO O CÓDIGO.
Kitler afirma que estamos a caminhar para uma sociedade de analfabetização, pois o novo alfabeto é o código e não o dominamos. Esta nova sociedade, em que toda a informação é traduzível em uns e zeros e onde o computador serve de máquina para brincar com esses algoritmos, uma máquina de simulação onde qualquer outra realidade pode ser recriada, irá ser dominada por uma elite que domina o novo alfabeto – o código-.

A afirmação de Kitler leva-nos a pensar que por ventura, numa versão mais fatalista do que na do autor (a visão de Kitler não é de todo fatalista nem negativa) podemos especular sobre o que será uma sociedade onde não se domina esse novo alfabeto. Onde não conhecemos as funcionalidades totais dos sistemas instalados, onde não dominamos o meio ambiente. Seria o equivalente do homem não dominar o fogo, onde isso nos teria levado na história da evolução? Afinal o fogo teve que ser dominado para fazer o que nós queríamos dele.

DEPOIS A INFORMAÇÃO.
Hoje em dia a presença massificada das redes sociais veio criar uma base de dados gigantesca sobre as pessoas, relacionar informação, amizades, localização, hábitos. De um momento para o outro e em poucos anos uma grande parte da população mundial inseriu e continua a inserir nessa base de dados que é a internet, toda a sua vida pessoal e isto de forma voluntária a gratuita.

O que as pessoas parecem não se aperceber, porque o fazem de forma inconsciente, é que ao carregar essa informação nas redes sociais estão-se a descarregar para a internet, num processo de virtualização da sua consciência, numa nova memória digital que irá, quem sabe, perdurar para lá da sua própria existência enquanto seres vivos.

Toda esta informação corre e é traduzida em código. Uns e zeros que permitem que seja trabalhada e apresentada nas mais variáveis formas. Então onde entra então a questão da IA?

AGORA A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
A internet que não é mais que uma rede informacional está a tornar-se gradualmente numa rede neuronal, tal e qual o nosso cérebro, com sinapses e memória. Ao observarmos a complexidade introduzida pela internet facilmente constatamos o porquê do surgimento gradual de uma preocupação sobre a IA. Já temos a rede neuronal informacional, o que precisamos é do código e passamos a ter capacidade intelectual.

Isto tudo porque só existe Inteligência Artificial com a inteligência colectiva na rede. Este é decerto o novo paradigma. E afinal a IA não tem a ver só com a capacidade de processamento de informação mas principalmente com a estruturação e partilha dessa informação.

Parece interessante que após o arrefecimento das espectativas à volta da inteligência artificial nos anos 80, ela volte agora através de uma outra tecnologia, as redes sociais.

Nesta fase entra a figura do individuo-código, especulado pelo nosso movimento, um ser pós digital que é feito de código e que habita o espaço virtual, substituindo o ser humano na gerenciação dos seus próprios dados digitais, permitindo uma maior capacidade de processamento, superior ao do cérebro humano, muito mais objectivo e sem necessidade de descanso.

É um passo à frente da metáfora do ciborgue, onde se dá a união entre cibernética e humano. É um individuo que alia informação e código, um novo paradigma da IA. Já não é carne por máquina, mas sim informação por código.

Afinal trata-se sim da alienação do ser humano com a inteligência artificial no horizonte.

No rescaldo à aula de apresentação de 23 de Abril sobre o projecto e na descrição das intenções do grupo, decidimos parar para reflectir. Encontrar um espaço que nos permita iniciar uma reflexão mais aprofundada sobre as indefinições do projecto. Um debate sobre “intenções versus definições”.

A urgência em definir conceitos e estreitar a comunidade torna-se imprescindível.

A ideia de que de facto nada de novo está definido, pode ser pertinente, mas todos partimos do generalista para chegarmos ao específico, àquilo que nos diferencia e que torna os projectos deveras interessantes, o trabalho.

A percepção que questões como a inteligência artificial ou a substituição do homem pela máquina não são novas, foram o ponto de partida para a estruturação de um novo movimento que se relaciona com estas problemáticas de forma actual.

A necessidade de afirmação de um grupo como contra-grupo também não é fácil. É sempre mais obvio assumirmo-nos como “players” do que como destruidores de jogo. Mas é isso afinal que somos, um grupo que pretende especular sobre o fim das redes sociais, tal e qual como elas são e as imaginamos no futuro. Um movimento fatalista de alerta para uma cultura instalada. Um movimento de contracultura. E finalmente assumimo-nos com tal.

O movimento de contracultura adquiriu um nome, Kubernetiquê, que é a origem grega da palavra cibernética, mas tal não seria necessário, é uma mera formulação do espectável, da personificação de uma identidade… que não existe sem nome. Até na cultura “hacker” existe a necessidade de atribuir nomes às coisas… de as definir… para que a sociedade em geral saibam da sua existência, para que os temam e os reconheçam como tal, como movimentos de contracultura.

Este movimento pretende ‘desmovimentar’, isto é, parar com práticas instaladas de socialização digital. E é preciso saber parar para fazer parar. Um sinal de stop desconcertante que serve de barreira a uma comunidade digital que não se interroga enquanto alimenta de forma gratuita bases de dados gigantescas sobre a sua própria existência enquanto ser humano, para um dia ser cuspida dessa base de dados, desse universo digital, por aquilo que ela própria ajudou a criar, o código. Esse algoritmo que deveras tem capacidades de processamento de dados tão superior ao humano. Só mesmo na cabeça de outro humano é que por ventura na gerenciarão de bases de dados podíamos ter um ser humano… Nada mais errado, estamos a carregar a informação para ela um dia se autogerir, portanto não estamos numa actividade social, mas sim numa actividade disfarçada de social, ou seja, tal qual Baudrillard afirma “uma sociedade do hiper-real” onde nada é real mas sim já uma simulação de ela mesma.

A rede social digital não é uma rede social, é um interface de manipulação de inserção de dados, disfarçado de rede social. Isto é, ela própria já faz parte da simulação. Pois ao estarmos em casa fechados e “ligados” à rede através de uma máquina (computador) já não estamos a efectuar uma actividade social, estaremos noutro tipo de actividade, talvez até de alguma forma subversiva onde observamos a informação dos outros, mas não a interagir com outros seres humanos. Estamos sim a interagir com a informação de humanos, lá está, interagimos com uma bases de dados espalhada numa rede de informação quase neuronal que um dia irá acordar para ela própria gerir essa informação, e esse dia está a chegar.

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A Escola como Laboratório de Protesto 

A Educação continua a ser um direito humano importante e fundamental para o exercício de todos os outros direitos humanos. Continua também a ser noticia (?) que milhões de crianças e adultos continuam privados de oportunidades educacionais como resultado de pobreza e precariedade social segundo relatórios oficiais da Unesco.  Está estabelecido que a educação é uma alavanca para adultos e crianças economicamente e socialmente desprotegidos melhorarem o seu nível de vida e participarem plenamente como cidadãos. Para além destas considerações, que desde há muito tempo vem lesando este direito da declaração universal dos direitos humanos  enquanto pilar de uma sociedade, novos fenómenos surgiram e vão também contribuindo para essa “degradação” da Educação como a iliteracia digital por exemplo.

Torna-se assim um exercício pertinente a desconstrução da Escola enquanto principal instituição representativa da Educação, com o objectivo de não só combater os flagelos de maior escala como também idealizar novos sistemas e operações com vista a um resultado mais positivo e benéfico. A Portable School demonstrou ser um exercício aberto a essa mesma desconstrução, questionando o seu significado e também os seus paradigmas. A escola é o símbolo que materializa e engloba os processos de aprendizagem e ensinamento. Sendo assim, ela existe para que desde o primeiro dia o aluno aprenda mas simultaneamente comece também ele, a preparar e a aplicar o conhecimento assimilado com vista a concepção de um poder critico enquanto análise de natureza artística, cientifica, literária, ética, etc…

Na defesa desta construção de espirito crítico, é necessário que a escola fomente processos de confiança e colaboração sob a forma de uma estrutura horizontal, sem hierarquias e no sentido de todos os intervenientes terem o mesmo papel (anulação dos estatutos de aluno, professor). A Portable School  enquadrada no incentivo que a escola tem de dar no inicio à participação crítica,  defende também que o programa escolar deve ser definido pelos participantes, sendo  que todos os assuntos, estratégias e modelos devem ser debatidos num clima colectivo e de reciprocidade, porque só eles melhor do que ninguém, saberão onde estão inseridos e qual é a sua agenda social. Com isto, é pertinente afirmar que a Escola como instituição (aberta e independente) de formação  inicial de uma sociedade a seguir à Família, goza de uma liberdade e ingenuidade que são potenciadoras de poderosíssimas ferramentas de contestação mas que podem facilmente cair num puro activismo sem reflexão e sustentabilidade teórica.

A escola concebe-se assim como um laboratório do Protesto, uma incubadora, onde se  assume como um elemento influente e marcante na noção histórica de comunidade e contestação. A história da contestação civil passou muitas vezes pelo cenário da escola. O exemplo do Maio de 1968 assim o prova, onde  problemas entre alunos e a administração da Universidade de Paris despontou rapidamente num grande movimento de contestação e insurreição nas ruas da capital, no qual variadas facções estudantis e políticas defenderam as suas próprias causas. O raio de acção aumentou ainda, quando numa reacção mimética, outros protestos estudantis se seguiram na Alemanha, Espanha ou México na mesma altura. O Maio de 68 deixou assim um importante legado de como o poder estudantil pode atingir proporções a uma escala global, onde movimentos de contestação actuais, indirecta ou directamente se inspiraram no modo como operam hoje em dia.

O processo construtivo do espirito crítico com pendor para a contestação e interrogação que se constrói na Escola é necessário pois facilmente se traduz em valores de utilidade pública. Para dentro ou para fora, a escola pode e deve continuar a provocar mudanças na percepção das sociedades, questionando e intervindo sempre numa lógica de beneficio social mas só o fará se dai resultar um esforço colaborativo e participativo.

(Em experimentação) – Como plataforma de contacto com as restantes comunidades criei a Comunidade Entrópica, um repositório refractário online. Aqui, aplicando novamente o paralelismo metafórico com o fenómeno da entropia, tenciono estabelecer uma certa “desordem” na forma como vou recolhendo diferentes exemplos mas que, em simultâneo, também contribuam para o processo de documentação da resposta ao meu projecto.

Surgirão outras incitavas  de interacção sob a forma de “impulsos” com temática associada à minha actividade projectual até ao final do semestre e enquadradas na fase de OUTPUT.

Plataforma de acompanhamento projectual:  Out of print, back to life (in protest).

Terminado o encontro inicial e a prova de contacto para com as restantes comunidades, deixo aqui a planificação/programa inicial (INPUT) e o dossier de desenvolvimento entregue na ultima aula (ambos inacabado e sujeitos a alterações).

Ao longo da história contemporânea, na sociedade, nem todos os tipos de informação tinham o poder de alterarem de imediato as pessoas. As mensagens são trabalhadas ao longo do tempo e vão se infiltrando de uma forma viral na consciência geral funcionando como autênticos invasores ideológicos e políticos. Contudo, encarando a globalização como um fenómeno recente, tanto as lógicas mercantis como as lógicas de protesto massificaram-se de tal forma que resultaram em fenómenos de índole social que nos afectam a todos e que extravasam uma determinada paisagem política e ideológica que vinha sendo construída ao longo da história da sociedade global. Para isso muito contribuiu o design, quer na alienação, quer na contestação. Apropriando-me disto e acrescentando a metáfora do fenómeno cientifico da Entropia defini a seguinte questão central para ilustrar a minha actividade projectual:

-“De que forma o Design se pode assumir como uma ferramenta de protesto na (ou para) a sociedade actual?”.

Dossier e Mapa

História e Crítica do Design I

Unidade Curricular da licenciatura de Design de Comunicação da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

História e Crítica do Design I

Unidade Curricular da licenciatura de Design de Comunicação da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa

[fbaul] dcmp + dc1 2013-2014

Plataforma académica da actividade projectual de DCMP e de DC1

7sensos

Joana Alvim / Maria Serra / Rita Mata / Guy Edward

Arquivo da actividade curricular de Projecto 2 e de Laboratório 2 do mestrado em design de comunicação e novos media